Top Header Ad

Cultura constitui factor de identidade e do desenvolvimento económico, afirma Filipe Zau – Correio da Kianda

O ministro da Cultura diz sentir-se satisfeito por mais um Dia da Cultura Nacional, que o país assinala nesta quinta-feira, 09, e pelo nível de organização da parte do Governo Provincial do Cuanza Norte.

Filipe Zau, que falava à margem da conferência que visou assinalar a efeméride, enalteceu a presença de fazedores de artes que desenvolveram todo um trabalho que considerou de muito bom neste dia, para mostrar que a cultura está viva, que é importante continuar a promovê-la e a sua divulgação, não só como factor de identidade, mas também como factor de desenvolvimento económico, sobretudo o desenvolvimento turístico, casando cultura com turismo.

Por sua vez, o governador do Cuanza Norte, garante olhar com alguma precisão à cultura com vista a dinamizar a nossa economia também por via da arte, da música e chamar aqui os jovens para que possam ter emprego por via da arte e da música. João Diogo Gaspar, assegurou que, a cultura é um elemento muito importante que capitaliza a juventude não só deixar de seguir outros caminhos, mas também particularmente porque fortalece a nação no ponto de vista prático porque da música podemos transmitir aquilo que são os valores éticos e morais de uma sociedade e que são unir a nação.

Diogo Gaspar, defende que as autoridades tradicionais os valores culturais com a camada jovem tendo em conta ao surgimento de várias culturas e pessoas que vêm de várias geografias, como Brasil, Estados Unidos, Portugal, que vêm ao nosso país com outras culturas, dai a necessidade e a obrigatoriedade de explicarem concretamente o que é que devem fazer para que os nossos jovens saibam realmente como reflectir em torno dos valores culturais angolanos.

Já, o historiador Edgar, esclarece que todos povos “bantu” que habitam na província do Cuanza-Norte têm origem na civilização de Noque, no rio Benue entre a Nigéria ocidental e os Camarões, onde se podem encontrar os Bakongo e Ambundu. O académico explica também sobre a titularidade ou propriedade de Luanda, bem como a ocupação das províncias de Malanje, Cuanza-Norte, Bengo, Cuanza-Sul e Icolo e Bengo.

O historiador afirmou que a segunda capital do reino do povo Ambundu, foi em Mbanza-Kabaça, actual município do Dondo, depois do Pundu-a-Ndongo que é a primeira capital dos Ambundu, e fala da constituição do seu reino, de 19576 que Paulo Dias de Novage até 1617 data da morte de Ngola.

Crédito: Link de origem

Leave A Reply

Your email address will not be published.