A exoneração de Luísa Maria Alves Grilo do cargo de Ministra da Educação, bem como a consequente nomeação de Erika Linete Batalha de Carvalho Aires ao cargo, revela uma clara aposta na renovação e transição geracional no Ministério.
A visão foi apresentada esta sexta-feira, à Rádio Correio da Kianda, pelo analista político Eurico Gonçalves, que espera de Erika Aires uma gestão pautada pela qualidade de ensino e reformas fundamentais, atendendo aos desafios actuais.
Eurico Gonçalves acredita que esta mudança na gestão do Ministério da Educação permitirá a implementação de políticas de igualdade, uma das questões que merecem prioridade.
O também comentador residente desta estação radiofónica considera ainda que a substituta de Luísa Grilo “não pode repetir os erros que fragilizam o sistema”.
Acrescentou ainda que, a Educação, enquanto sector estratégico do Estado, exige planeamento consistente, comunicação transparente e decisões que priorizem o bem comum.
Recordar que o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, exonerou ontem Luísa Maria Alves Grilo do cargo de Ministra da Educação, por conveniência de serviço, conforme decreto assinado pelo chefe de Estado. A decisão encerra o período de gestão de Grilo à frente da pasta, sem que tenham sido divulgados detalhes sobre os motivos específicos da exoneração.
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