António José Seguro alcançou um marco histórico na segunda volta das eleições presidenciais deste domingo, 8, ao somar mais de 3 milhões de votos, um registo que supera as votações de figuras históricas como Marcelo Rebelo de Sousa, Cavaco Silva e Jorge Sampaio nas suas respetivas eleições.
Pelas 21h15, Seguro contabilizava 3.077.845 votos, consolidando-se como o candidato com a vitória mais expressiva em termos nominais numa primeira eleição presidencial em Portugal.
Do lado do Chega, André Ventura também registou um resultado recorde para o seu partido. O presidente do Chega somou 1.465.472 votos nesta segunda volta, ultrapassando os 1.437.881 votos que o partido tinha obtido nas legislativas de 2025. Este resultado confirma um crescimento significativo do apoio popular ao Chega, reflectindo a consolidação do partido no cenário político nacional.
Especialistas consideram que estes números reflectem não apenas o apelo pessoal dos candidatos, mas também a mobilização e participação dos eleitores num contexto de elevada competitividade política. A evolução da votação sugere tendências importantes para o futuro do panorama político português, em particular no que diz respeito ao fortalecimento de novas forças políticas e à consolidação de lideranças tradicionais.
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