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Amantes exigem “buquê Lussati” ao invés de rosas em véspera do Dia de São Valentim – Correio da Kianda

Em véspera do Dia de São Valentim, a sociedade mostra-se dividida em relação aos pilares de um namoro sólido que visa constituir uma família.

Alega-se que a nova geração pugna mais por materialismo, quando os mais velhos defendem namoro assente em pilares das culturas africana e das famílias.

Amantes exigem mais “buquê Lussati” do que valores que concorrem para construção de uma relação saudável. Solinava Eduardo, ouvida pelo microfone da Rádio Correio da Kianda, é de opinião que valorizam mais os bens materiais e financeiros do que “buquê de flores”.

Um outro interlocutor, Elson do Nascimento, refere que o namoro está desvalorizado e deixou aquele pendor das pessoas se conhecerem.

Uma outra cidadã, entende que o namoro perdeu o padrão anterior, ligado aos valores africanos e das famílias. Sobre as questões materiais, refere que não é responsabilidade e nem obrigação do namorado assumir as despesas da namorada, sobretudo de investimento pessoal.

Já, a anciã Alice, casada há mais de 60 anos com o senhor Pedro Siloca, em Camacupa, província do Bié, apelou a juventude para não apegar-se ao dinheiro, mas sim, pelos valores.

O esposo, Pedro Siloca, disse que a vida familiar assente na educação cristã, valeu ao casal duas bênçãos apostólicas, a primeira do Papa Bento XVI, e ao assinalar bodas de ouro, o casal voltou a ser abençoado pelo santo Padre, Papa Francisco.

Em véspera do Dia do São Valentim, sociedade mostra-se dividida sobre os pilares do namoro de ontem e de hoje. Continue a acompanhar na Rádio Correio da Kianda.

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