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Moçambique: ciclone Gezani deixou três mortos e vários feridos no sul do país – Correio da Kianda

Pelo menos três pessoas morreram e várias outras ficaram feridas na província de Inhambane, durante a passagem do ciclone Gezani, que deixou também um rasto de destruição de infraestruturas em Moçambique.

Pontes, estradas e várias residências ficaram total e parcialmente destruídas na sexta-feira 13, na passagem do ciclone vindo do Madagascar, onde dezenas de pessoas perderam a vida.

As três pessoas que perderam a vida naquela província do sul de Moçambique bem como os vários feridos são do distrito de Massinga e na cidade de Inhambane.

O governador da província, Francisco Pagula, apontou ainda da registo de escolas, hospitais e da ponte que liga a capital da província e Maxixe como estando na lista do rasto de destruição deixado pelos fortes ventos.

“Todos nós sabemos a importância daquela ponte para as duas cidades pois temos cerca de três mil pessoas que diariamente fazem o uso desta plataforma. Estamos ainda no terreno, temos muitas habitações, todos nós sabemos que na província de Inhambane a maioria das casas estão cobertas de chapa de zinco, então, grande parte das casas ficou sem tecto, mas o mais preocupante é que tivemos perda de algumas vidas”, declarou Francisco Pagula.

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, apelou na manhã de sexta-feira as pessoas a se retirarem das zonas de risco dos fortes ventos, para evitar tragédia.

“Não temos como travar o ciclone, mas o que nós temos que fazer é minimizar os danos e depois de passar o ciclone precisamos estar no terreno e vamos estar no terreno para podermos avaliar os danos e depois fazermos um plano de recuperação pós-ciclone e pós-cheias ao nível do nosso país”, disse.

Entretanto, diferente das previsões que apontavam para uma devastação, os efeitos foram reduzidos, comparativamente ao registado na ilha de Madagascar.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) refere que o ciclone tropical intenso Gezani não constitui perigo para Moçambique e as autoridades admitem que os deslocados podem começar a regressar a casa.

O director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM). Adérito Aramuge, explicou que “ciclone tropical passou e felizmente passou afastado da costa de Inhambane, não entrou para o continente e isto fez com que os impactos também fossem reduzidos”.

o “Importa informar que o ciclone tropical passou e felizmente passou afastado da costa de Inhambane, não entrou para o continente e isto fez com que os impactos também fossem reduzidos”, disse este sábado Adérito Aramuge, diretor-geral do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM).

Lembrar, que Moçambique enfrenta uma onda de catástrofes naturais, desde Outubro do ano passado.

No passado mês de Janeiro enfrentou cheias que deixaram pelo menos 27 mortos e mais de 700 mil afectados.

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