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Economista destaca impacto para Angola com provável bloqueio do Estreito de Ormuz – Correio da Kianda

O economista Pedro Cajama, disse à Rádio Correio da Kianda, que antevê dois prováveis impactos para economia angolana, um possível encerramento do Estreito de Ormuz, que podem se configurar numa subida do preço do barril de petróleo de mais de 100 dólares, uma cifra muita acima das expectativas definidas no Orçamento Geral do Estado (OGE-2026), cotada a 61 dólares.

Por isso, o economista lança um alerta ao governo sobre a gestão transparente e racional destes excedentes.

Pedro Cajama antevê como impacto negativo para o país, o aumento da inflação mundial, fruto desta tensão no Médio Oriente, o que pode afectar directamente a economia angolana que se vê ainda dependente do mercado externo refugiando-se na importação.

A tensão no Médio Oriente voltou a intensificar-se depois de uma nova troca de ataques entre Irão e Israel, na sequência de uma operação militar atribuída aos Estados Unidos. As autoridades iranianas anunciaram ter realizado ataques “cirúrgicos” contra posições israelitas, elevando o receio de um alargamento do conflito na região.

O professor José Kobori, especialista em geopolítica, considera que a ofensiva norte-americana não foi uma reacção improvisada, mas sim uma acção previamente planeada no quadro da estratégia regional de Washington. Segundo o investigador, os EUA planearam intervenção em sete Estados sendo uns em África e outros no oriente médio.

Por sua vez, o Major-General Carlos Branco alerta para possíveis impactos económicos globais. O analista militar admite que um dos cenários mais sensíveis seria o bloqueio do Estreito de Ormuz principal rota marítima de transporte de petróleo no Golfo, o que poderia comprometer a circulação de navios petroleiros e pressionar o preço do barril nos mercados internacionais.

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