A série de ataques do último fim-de-semana, coordenados pelos Estados Unidos e Israel no Irã resultou na morte de membros da família do líder supremo, Ali Khamenei, bem como de altos dirigentes militares e de segurança do país, segundo fontes locais citadas por portais internacionais.
Entre os mortos está Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, esposa de Khamenei desde 1964, que faleceu esta segunda-feira, 2, aos 79 anos. Mansoureh estava em coma desde sábado, 28, quando foi ferida durante os ataques. O casal teve seis filhos Mostafa, Mojtaba, Masoud, Meysam, Boshra e Hoda que também teriam perdido a vida, segundo relatos preliminares. Informações adicionais indicam que um sobrinho e um neto do casal também teriam sido mortos.
Segundo a.imprensa internacional, além da família, altos oficiais iranianos e aliados estratégicos foram atingidos. Entre eles estariam:
Ali Shamkhani, conselheiro próximo de Khamenei;
General Mohammad Pakpour, comandante da Guarda Revolucionária;
Sayed Yahya Hamidi, vice‑ministro da Inteligência;
Jalal Pour Hossein, chefe da divisão de espionagem;
Hussein Makled, chefe do quartel-general de inteligência do Hezbollah, grupo libanês aliado do Irã.
A confirmação oficial pelo governo iraniano ainda é limitada, e as circunstâncias exatas das mortes permanecem em apuração. Especialistas internacionais afirmam que a ofensiva representa uma escalada inédita no contexto geopolítico do Oriente Médio, com impactos diretos na estabilidade regional e nas estruturas de comando iranianas.
A tragédia marca um episódio de grande repercussão e levanta questões sobre segurança, poder e relações internacionais, enquanto o mundo acompanha as repercussões políticas, militares e diplomáticas desse ataque.
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