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Ataque à Venezuela: dados actualizados confirmam morte de 75 pessoas durante captura de Maduro – Correio da Kianda

Os números mais recentes de última actualização feita pelo governo americano revelam que 75 pessoas morreram no ataque à Venezuela durante a captura do então Presidente Nicolás Maduro.

Segundo o jornal The Washington Post, pelo menos 67 pessoas foram mortas no ataque realizado antes do amanhecer. Outra fonte deste jornal americano revelou que o número de mortos variava entre 75 e 80.

As referidas fontes junto do governo americano, que de acordo com o jornal falaram sob anonimato as estimativas incluem tanto as forças de segurança venezuelanas e cubanas quanto civis atingidos pelo fogo cruzado. Os números coincidem aproximadamente com uma estimativa divulgada por autoridades venezuelanas nos últimos dias.

O número expressivo de mortes reforça o significado das declarações públicas do presidente Donald Trump de que a operação por ele aprovada foi “eficaz”, mas “ muito violenta ”.

O referido jornal avança ainda que cerca de meia dúzia de soldados americanos ficaram feridos na operação , alguns com ferimentos a bala no tiroteio no complexo de Maduro. Alguns destes foram transportados para o Brooke Army Medical Center, no Texas, onde foram submetidos a cirurgia, disseram outros dois oficiais.

O Pentágono afirmou em comunicado nesta terça-feira que dois militares americanos ainda se recuperavam de ferimentos sofridos durante a operação. Outros cinco que ficaram feridos já retornaram ao serviço.

“O facto de esta missão extremamente complexa e árdua ter sido executada com sucesso, com tão poucos feridos, é uma prova da perícia dos nossos militares conjuntos”, afirmou o Pentágono.

O presidente Donald Trump elogiou a operação dos EUA na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e afirmou que soldados “do outro lado” foram mortos.

A operação foi liderada por membros de elite da Força Delta do Exército, que atuaram em conjunto com soldados de Operações Especiais do 75º Regimento de Rangers e do 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, responsável por algumas das missões mais perigosas das Forças Armadas. Helicópteros decolaram de diversos navios de guerra na costa da Venezuela e atacaram a área, fazendo voos baixo sobre a água para minimizar a detecção.

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