Os cidadãos em Luanda, queixam-se da falta do impacto dos ideais que nortearam o 4 de Fevereiro de 1961, Dia de Início da Luta Armada de Libertação Nacional, que culminou com o alcance da Independência Nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975.
Estas reacções surgem numa altura em que o país assinala hoje, 04, o 65.º aniversário do Dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional, cujo acto central decorre em Cabinda, sob o lema “Preservando os Valores da Pátria, Honremos os Nossos Heróis”.
Em declarações à Rádio Correio da Kianda, os cidadãos que se mostram preocupados com o actual estado de Angola, criticam as condições sociais dos angolanos que se apresentam “sombrio”, devido o agudizar da perda do poder de compra.
“Apesar da comemoração também reina alguma tristeza, pois ainda falta água, luz, e conclusão de estradas em alguns bairros, e apontou a falta de organização na Centralidade do Sequele, que fica marcada com muito capim e lixo”, disse Jorge Basílio.
Os interlocutores ouvidos pela repórter Judith Costa, dizem ser inadmissível que após o sacrifício de bravos heróis que tombaram no combate, com a esperança de uma Angola melhor, o país continue mergulhado na pobreza extrema, como pessoas procurando por comida nos contentores de lixo, falta de infra-estruturas, de água potável e tantos outros serviços.
Referir que o acto central está a ser presidido pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado.
Com Judith Costa
Crédito: Link de origem
