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Cinema brasileiro carimba seu nome nos Globos com Wagner Moura e “O Agente Secreto” – Correio da Kianda

Nesta madrugada, o cinema brasileiro fez história ao vencer duas estatuetas nos Globos de Ouro, com o filme “O Agente Secreto”, a ser considerado o Melhor em Língua Não Inglesa e Wagner Moura a ser distinguido como Melhor Ator.

“O filme Agente Secreto, fala sobre memória, a falta de memória e trauma geracional”, disse Wagner Moura, ao receber o Globo de Ouro.

“Se o trauma pode ser passado de geração em geração, os valores também podem”, continuou, dedicando o prémio aos que continuam a “defender os seus valores em momentos difíceis”.

Pela primeira vez, um actor brasileiro recebeu o Globo de Ouro de Melhor, Wagner que venceu numa categoria onde também estavam Michael B. Jordan, Dwayne Johnson, Joel Edgerton, Oscar Isaac e Jeremy Allen White, terminou o discurso falando em português para toda a gente no Brasil que assistiu à cerimônia.

“Dedico isto aos cineastas jovens”, tinha dito, minutos antes, o realizador Kléber Mendonça Filho, ao receber o Globo de Ouro para Melhor Filme em Língua Não Inglesa. “Este é um momento muito importante na História para fazer filmes, tanto aqui nos Estados Unidos como no Brasil”, afirmou em inglês.

“O Agente Secreto” também estava nomeado para Melhor Filme Dramático, mas perdeu a estatueta para “Hamnet”, o filme de época realizado por Chloé Zhao sobre a vida privada de William Shakespeare.

A realizadora lembrou palavras do protagonista, Paul Mescal, que lhe disse que a coisa mais importante no artista é ser vulnerável o suficiente para poder ser visto realmente como é.

“Tantos de vocês tornaram-se fortes e suaves ao mesmo tempo”, disse Zhao, dirigindo-se aos cineastas da sala. “Vamos deixar que nos vejam”, acrescentou.

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