A escalada dos bombardeios no Oriente Médio ganhou um novo e preocupante capítulo, que passa pelo aumento das tensões envolvendo potências nucleares, numa altura em que a França anunciou a decisão de ampliar o seu arsenal atómico, em resposta ao agravamento da crise envolvendo o Irão.
O presidente francês confirmou que o país pretende aumentar o número de ogivas nucleares, sem, contudo, divulgar detalhes sobre a quantidade ou o calendário de implementação.
Referir que esta medida foi classificada pelo chefe de Estado como “histórica” e “essencial” para garantir a segurança nacional e a estabilidade estratégica no continente europeu.
Segundo o presidente, oito países europeus já manifestaram concordância em participar da nova estratégia de defesa.
A França também sinalizou a possibilidade de colocar o seu arsenal nuclear à disposição de aliados europeus, reforçando o compromisso com a segurança colectiva diante do actual cenário internacional.
O anúncio ocorre num momento de crescente tensão geopolítica, reacendendo o debate sobre o equilíbrio nuclear e os riscos de uma eventual ampliação do conflito para além do Oriente Médio.
Para especialistas, esta tensão no Médio Oriente pode afectar e comprometer gravemente a segurança global.
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