Os funcionários do Instituto Geológico de Angola (IGEO) iniciaram na segunda-feira 2, uma greve geral, para exigir da entidade patronal a melhoria das condições laborais tal como apresentadas no caderno reenvindicativo.
Entretanto, nesta quinta-feira 5, aquela instituição reagiu em comunicado, afirmando que respeita o direito à greve, consagrado na Constituição da República de Angola e na legislação laboral em vigor e por isso está aberto os canais de diálogo com os representantes dos trabalhadores, com os quais mantém contactos, com vista a promover o diálogo e a procurar soluções para as questões apresentadas.
“Importa igualmente referir que, enquanto instituição pública dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, o funcionamento do IGEO está enquadrado nas regras de execução orçamental do Estado, bem como nas receitas próprias provenientes da prestação de serviços técnicos especializados”, lê-se no documento.
Lembrar que o Instituto Geologico de Angola é uma instituição superintendida pelo Ministério dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, o funcionamento do IGEO está enquadrado nas regras de execução orçamental do Estado, bem como nas receitas próprias provenientes da prestação de serviços técnicos especializados.
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