Em resposta ao ataque dos Estados Unidos e Israel, o Irão lançou mísseis contra Haifa e instalações associadas aos EUA no Golfo, incluindo alvos no Barém, Catar e Emirados Árabes Unidos.
Na manhã deste sábado, 28, Israel realizou ataques em Teerão, Isfahan, Kermanshah, Qom, Karaj, Tabriz e Bushehr, que atingiram vários pontos estratégicos no território iraniano.
A resposta iraniana escalou o confronto directo entre Israel e Irão, estendendo o alcance regional da escalada.
Mais cedo, Washington confirmou a ofensiva conjunta com Israel.
“A operação é defensiva. Os EUA irão destruir a infra-estrutura de mísseis do Irão”, disse Trump, afirmando ainda que Teerão “nunca terá uma arma nuclear”.
Por sua vez, o governo israelense disse que a acção visa eliminar uma “ameaça existencial”.
Em declarações à imprensa local, militares afirmaram que “os ataques foram planeados em coordenação estreita com os EUA ao longo de meses”.
Teerão condenou os ataques e prometeu “resposta total”.
O governo accionou o Conselho de Segurança da ONU e acusou os Estados Unidos e Israel de violarem a paz internacional.
Moscovo também já reagiu e criticou duramente Washington. Dmitri Medvedev ironizou as negociações anteriores e sugeriu que “o Irão tem capacidade histórica para resistir a pressões externas”.
Bruxelas expressou profunda preocupação e pediu contenção.
Ursula von der Leyen e Kaja Kallas afirmaram que a União Europeia está a coordenar esforços diplomáticos com parceiros regionais.
França, Alemanha, Espanha e Reino Unido pediram “respeito ao direito internacional”.
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