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Jovens cineastas angolanos destacam crescimento profissional durante formação na academia Multichoice Talent Factory – Correio da Kianda

Os participantes angolanos Reginato Tomás e Benção Gime, actualmente na segunda etapa de formação na academia MultiChoice Talent Factory (MTF) 2025/2026, afirmam que a experiência no programa tem sido determinante para o seu crescimento profissional, pessoal e artístico.

Desde que iniciaram a formação, em Julho de 2025, os jovens cineastas destacam que a forma como olham para o cinema mudou significativamente. Para Reginato, a MTF tem fornecido ferramentas para mostrar que o cinema pode ser mais acessível e que as histórias locais têm impacto real nas comunidades.

“O contacto directo com a dinâmica de set, a partilha de experiências e a forma como aprendemos a gerir as equipas tiveram um impacto profundo no meu desenvolvimento”, acredita Reginato Tomás.

Já Benção Gime sublinha que a formação profissional transformou a sua forma de pensar e criar. “Hoje já não consigo ouvir uma história sem automaticamente imaginar como ela pode ser transformada num conceito visual. O meu cérebro está sempre a trabalhar, a procurar formas de contar histórias através da imagem, do som e da emoção”, explica.

Ambos reconhecem que a experiência prática em set, aliada à convivência com outros cineastas africanos, tem sido um dos maiores catalisadores do seu crescimento. Reginato destaca a importância das conexões humanas e da boa gestão de equipas, enquanto Benção sublinha que aprendeu a equilibrar disciplina, autonomia e maturidade artística, conciliando a formação com as suas actividades profissionais.

Para além das competências técnicas, os dois cineastas afirmam que a academia MTF tem sido fundamental para fortalecer a identidade africana no cinema local, o sentido de propósito e o orgulho em contar histórias do continente. Quando regressarem a Angola, pretendem aplicar os ensinamentos adquiridos em novas produções que envolvam e representem as vivências locais de forma autêntica.

Ao projectar o futuro, ambos pretendem assumir uma identidade artística de raiz africana e ambição internacional.

“Acredito que a MTF terá um papel fundamental nessa transformação, porque foi aqui que aprendi a pensar o cinema de forma mais profunda, a contar histórias com verdade e a acreditar ainda mais no meu potencial”, conclui Benção Gime.

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