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Luanda: moradores do Ramiros queixam-se de problemas sociais básicos – Correio da Kianda

Os moradores do bairro 28 de Agosto, na comuna do Ramiros, no município de Belas, em Luanda, queixam-se da ausência de vários serviços sociais básicos. Os populares que falaram à Rádio Correio da Kianda, na manhã desta sexta-feira, 21, apontam dificuldades em encontrar escolas públicas, unidades sanitárias, falta de fornecimento corrente de água e energia eléctrica.

As declarações foram feitas durante a emissão especial desta emissora, por ocasião da feira de saúde, no município de Belas, que asseguram que as dificuldades se agravam com a falta de hospitais público na zona, sendo que se vêm muitas vezes forçados a percorrerem longas distâncias a procura dos referidos serviços.

“Precisamos de água, energia, asfalto, hospitais e escolas públicas, porque sofrimento aqui é 30e mais, olha a população a sofrer, estamos a sofrer muito aqui, venham nos ajudar, estamos a pedir” clamam os moradores.

O presidente da Comissão de Moradores do bairro 28 de Agosto, identificado apenas por Narciso, queixa-se igualmente da falta de transportes sobretudo públicos, sublinhando que a mobilidade tem sido feita por carrinhas, com a problemática da falta de unidades sanitárias para atender os mais de cinco mil moradores.

Entretanto, o administrador Municipal do Belas, Wilson Morais, reconhece a existência dos problemas identificados, e garante dias melhores para as populações locais.

O governante garantiu para o início de Janeiro do próximo ano, no âmbito do projecto Njila, o arranque das obras de construção de um centro de saúde e duas escolas públicas, destacando que se está a penas neste momento a fechar os passos de cariz técnico-financeiro.

“A comissão de moradores e os munícipes atentos sabem que no âmbito do projecto Njila, vamos mais tardar no início de Janeiro do próximo ano, começar com as obras de construção de um centro de saúde e duas escolas. Mas este bairro se debate com falta de espaços, só mesmo, para a concretização destas empreitadas, alguns munícipes tiveram de ceder espaços” sublinhou.

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