A vice-presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Mara Quiosa, afirmou esta sexta-feira, 20, no Cuanza Norte, que o presente ano será marcado por “muitos desafios” para o partido, com destaque para a realização do 8.º Congresso Ordinário da Organização da Mulher Angolana (OMA) e o andamento do processo orgânico interno da formação política.
Falando à margem da inauguração do comité Províncias do partido a dirigente sublinhou que o calendário político do partido será intenso, lembrando que o MPLA assinala, em dezembro, 70 anos de existência, um marco que, segundo disse, representa simultaneamente motivo de celebração e de reforço do compromisso político.
“Temos muitos motivos para continuar a trabalhar, mas também para celebrar as nossas conquistas”, afirmou.
Mara Quiosa revelou que foram avaliadas questões relacionadas com o funcionamento do comité provincial, incluindo o desempenho das organizações de base e intermédias, bem como a estratégia de crescimento permanente do partido.
A responsável defendeu a necessidade de alargar a base de militantes, reforçando a mobilização interna e a consolidação da estrutura partidária a nível local. Destacou ainda que a agenda de trabalho na província inclui encontros com diferentes valências do partido, visando fortalecer a organização e preparar os próximos desafios políticos.
No plano interno, Mara Quiosa reconheceu a importância de melhorar as condições de trabalho dos quadros do MPLA, sublinhando que a modernização das estruturas é fundamental para elevar o nível de exigência e desempenho.
“É preciso modernizar e garantir que os camaradas tenham cada vez mais e melhores condições de trabalho”, realçou, acrescentando que a melhoria das condições deverá ser acompanhada por maior responsabilidade e produtividade.
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