O militante do MPLA, António Cahebo, acusou a UNITA maior partido da oposição em Angola, de estar a financiar activistas cujos objectivos obedecem a uma agenda com fins inconfessos.
Com esta posição, o militante do MPLA, finalizou que esta acção forçou a banalização da imagem dos activistas em Angola.
“O que temos visto é que a UNITA tem estado a financiar muitos activistas com uma agenda que visa criar entraves ao governo. Por outra, a figura de activista já está banalizada basta ver como os ditos activistas vivem bem, estão em condomínios, e isso é mais do que prova de que estão a ser financiados”, sublinhou.
Em reacção durante o espaço “Tem a Palavra” do programa Capital Central da Rádio Correio da Kianda, o militante da UNITA, Raimundo Kizokola, desmentiu esta narrativa, sublinhando que o partido governante procura com estes discursos “desviar a atenção das fragilidades das políticas públicas”.
“O MPLA pretende desviar as atenções em torno das responsabilidades enquanto partido governante, e procurar atirar as culpas a oposição, com estes discursos de que estamos a financiar activistas. Agora pergunto, quais são estes ditos activistas que citas aqui”, frisou.
O debate ganha intensidade, sobretudo num contexto em que vários activistas ingressam para a vida política activa com sinal de oportunismo.
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