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Ministro marroquino exige prisão de árbitro e acusa Senegal de recorrer à “bruxaria” na final da CAN 2025 – Correio da Kianda

A final da Copa Africana das Nações (CAN) 2025, na qual a selecção de Marrocos perdeu para o Senegal, continua a gerar intensa polémica em todo o continente.

O Ministro Delegado ao Orçamento do Estado e Presidente da Real Federação Marroquina de Futebol, Fouzi Lekjaa, exigiu hoje, 20, publicamente a prisão do árbitro Jean-Jacques Ndala Ngambo, acusando-o de “graves deficiências” na condução da partida.

Em declarações à imprensa local, Lekjaa afirmou que o árbitro “não estava à altura do evento” e que as suas decisões “prejudicaram gravemente” a equipa marroquina. O responsável foi mais longe, alegando que o Senegal teria recorrido a práticas místicas, popularmente referidas como “bruxaria”, para vencer o jogo.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) ainda não anunciou nenhuma punição para a seleção senegalesa, que protagonizou um abandono de campo em protesto contra a arbitragem do congolesa. Segundo informações da imprensa internacional, a FIFA está a pressionar a CAF para que adopte uma decisão severa, alertando que atitudes semelhantes poderiam incentivar outras seleções a abandonarem jogos quando se sentirem prejudicadas.

Enquanto isso, o Senegal celebra o seu segundo título continental, mas a controvérsia continua a gerar debate intenso em Marrocos e em toda a África, dividindo opiniões entre torcedores, especialistas e dirigentes desportivos.

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