“Paz e reconciliação, essenciais para um futuro próspero”, diz Francisco Furtado – Correio da Kianda

O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, afirmou esta quinta‑feira, 2, que a paz e a reconciliação nacional são condições essenciais para um futuro próspero em Angola.

Falando na abertura da Conferência Internacional da Paz, em Luanda, subordinada ao lema “Pelo Desenvolvimento Económico e Bem‑Estar dos Angolanos, Juntos de Mãos Dadas”, Francisco Furtado destacou que a estabilidade social e política assentam fundamentalmente na paz duradoura alcançada no país.

Segundo o governante, a celebração dos 24 anos de paz, a assinalar‑se no próximo dia 4 de Abril, reveste‑se de “significado profundo” para os angolanos, por representar não apenas o fim de um longo período de conflito armado, mas também o início de uma nova era de estabilidade política, reconciliação e coesão social.

Francisco Furtado sublinhou que a paz constitui a base principal não só da estabilidade do Estado, mas também da consolidação da democracia, da unidade nacional e do desenvolvimento sustentável. Para o ministro, sem paz e reconciliação, não é possível criar as condições necessárias para o crescimento económico e o bem‑estar das famílias angolanas.

“É na paz que se fortalece a confiança entre cidadãos, instituições e investidores, promovendo um ambiente propício ao progresso”, afirmou Furtado, realçando a importância de manter o espírito de união e diálogo entre todos os segmentos da sociedade.

A Conferência Internacional da Paz, que reúne representantes governamentais, sociedade civil e parceiros internacionais, pretende consolidar a reflexão e o compromisso em torno dos valores de coexistência pacífica, desenvolvimento e inclusão social.

O evento, segundo o ministro, é também uma oportunidade para reforçar a consciência colectiva sobre o papel da paz como motor de estabilidade, recuperação económica e justiça social em Angola.

“A reconciliação atingida não foi apenas um marco histórico, mas uma ferramenta vital para garantir um futuro próspero e pacífico para todos os angolanos”, concluiu Francisco Furtado, apelando ao reforço contínuo do diálogo e da cooperação entre os cidadãos e as instituições do Estado.

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