O Secretário de Estado para os Sectores da Aviação Civil, Marítimo e Portuário, Rui Paulo de Andrade Teles Carreira, assegurou que o processo de privatização da TAAG – Linhas Aéreas de Angola ainda não está concluído, permanecendo indefinida a percentagem a ser atribuída a eventuais parceiros estratégicos.
O governante afirmou que o Executivo continua a avaliar os moldes da operação, sublinhando que qualquer investidor que venha a integrar o capital social da companhia deverá garantir não apenas capacidade financeira, mas também aporte tecnológico e experiência operacional que contribuam para a modernização e competitividade da transportadora aérea nacional.
A operação está enquadrada no Programa de Privatizações (PROPRIV), instrumento aprovado pelo Executivo no âmbito das reformas estruturais destinadas a reduzir o peso do Estado na economia e promover maior eficiência nas empresas públicas.
A condução técnica do processo compete ao Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), entidade responsável pela gestão das participações financeiras do Estado e pela operacionalização das privatizações.
No caso específico da TAAG, o objetivo estratégico anunciado pelas autoridades passa pela reestruturação financeira da empresa, modernização da gestão e reforço da sua posição no mercado regional e internacional da aviação civil.
O Executivo tem reiterado que a entrada de parceiros estratégicos deverá traduzir-se em ganhos efetivos de eficiência, sustentabilidade económica e melhoria dos serviços prestados aos passageiros.
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