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Produção nacional de óleo aumenta, mas famílias dizem que produto continua caro – Correio da Kianda

A produção nacional de óleo alimentar registou um crescimento significativo nos últimos anos, mas o aumento da oferta ainda não se reflecte no alívio do preço do produto nos mercados, segundo queixas de consumidores.

O ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns, afirmou esta segunda-feira, 9, em Luanda que entre janeiro e julho de 2024 Angola produziu cerca de 52 mil quilolitros de óleo alimentar, um aumento de quase 200% em comparação com o mesmo período de 2023, quando a produção se fixou em aproximadamente 18 mil quilolitros.

De acordo com o governante, este crescimento permitiu ao país atingir níveis mais elevados de autonomia produtiva, com uma capacidade instalada que já ultrapassa 1.300 toneladas por dia de processamento de óleo vegetal.

Apesar dos avanços registados na indústria, o preço do óleo alimentar continua a gerar preocupação entre as famílias, que dizem não sentir qualquer redução significativa nos custos do produto, considerado essencial na cesta básica.

Em vários mercados e estabelecimentos comerciais de Luanda e de outras províncias de Angola, consumidores afirmam que o preço do óleo permanece elevado, situação que pressiona ainda mais o orçamento familiar num contexto de aumento generalizado do custo de vida.

Enquanto isso, o Executivo assegura que continuará a apostar no desenvolvimento da cadeia de valor da indústria alimentar, com foco no aumento da produção nacional de oleaginosas, como soja e girassol, matérias-primas essenciais para a fabricação de óleo vegetal.

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