O 8.º Congresso Ordinário da Organização da Mulher Angolana (OMA), que decorre este fim de semana no complexo Futungo II, em Luanda, fica marcado pelo rejuvenescimento e expansão do Comitê Nacional, que passou de 141 para 299 membros, anunciou esta sexta-feira, 27, a secretária-geral cessante, Joana Tomás, no final da primeira reunião extraordinária.
Segundo disse, o alargamento do Comitê visa adaptar a organização a uma nova dinâmica de trabalho, em resposta aos desafios político-eleitorais futuros. A reforma também incluiu um rejuvenescimento da ordem de 45%, mantendo 55% da continuidade, conforme destacou Joana Tomás.
O novo Comitê Nacional contará ainda com a participação de mulheres da diáspora, incluindo representantes de Portugal, Alemanha, República do Polcártica, Congo e Zâmbia, reforçando os laços da OMA com angolanas que vivem no exterior e ampliando a representatividade da organização.
Ao avaliar o mandato que agora se encerra, Joana Tomás afirmou sentir-se satisfeita com os resultados alcançados, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19 e pelas dificuldades económicas globais. “Conseguimos cumprir com a nossa missão, respeitando as orientações e programas de ação estabelecidos”, afirmou a secretária-geral cessante.
O congresso também servirá para a eleição da nova secretária-geral, marcando uma transição de liderança que consolida o papel da OMA como principal braço feminino do MPLA e promotora da representatividade feminina em Angola.
Analistas políticos afirmam que com estas mudanças, o 8.º Congresso reforça a imagem da OMA como uma organização dinâmica, renovada e conectada com mulheres de todo o país e da diáspora, pronta para enfrentar os desafios político-eleitorais futuros.
Crédito: Link de origem
