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UNITA diz que “ampla frente para alternância constitui homenagem a Jonas Savimbi” – Correio da Kianda

O Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, afirmou hoje, 22, que ao aprovar para este ano o lema “2026 – ano da consolidação da ampla frente patriótica para a alternância do poder” com vista a disputa das eleições de 2027, o partido presta uma justa homenagem ao seu presidente fundador, Jonas Malheiro Savimbi.

Para a UNITA, Jonas Savimbi foi promotor da Frente Unida, que, ao denominar o seu movimento União Nacional, tornou-se um dos artífices inspiradores da unidade dos patriotas angolanos em torno de objectivos comuns que coloquem a dignidade, a prosperidade e a felicidade dos angolanos, a estabilidade política e o desenvolvimento de Angola acima dos interesses circunstanciais de grupos ou de partidos políticos.

A posição foi manifestada em comunicado de imprensa, por ocasião de uma efeméride do partido denominada “Dia do Patriota”, que assinala a data em que Jonas Savimbi, tombou em combate a 22 de Fevereiro de 2002, nas matas do Luvuei, na província do Moxico.

Na nota, o Galo Negro sublinha ainda que Jonas Malheiro Savimbi foi um líder carismático de convicções profundas que sempre acreditou que a liberdade, a democracia, a justiça social e a dignidade dos povos africanos são valores inalienáveis, inerentes à pessoa humana e ao progresso da humanidade, e que foi por isso, “que lutou e por eles doou a sua vida”.

“Como resultado dessa luta, conseguiu feitos gloriosos. Como pan-africanista foi participe na luta pela unidade africana, pela descolonização da África e pela cooperação entre os Povos e Estados do continente. Participou na criação da Organização da Unidade Africana (OUA), a 25 de Maio de 1963. Enquanto nacionalista angolano e Presidente da UNITA, lutou pela Independência de Angola e foi um dos Pais Fundadores do novo Estado-Nação proclamado a 11 de Novembro de 1975, por força dos Acordos de Alvor”, frisa.

Para a UNITA, Jonas Savimbi deixa um legado de patriotismo, unidade, integridade e resiliência, tendo destacado que foi um modelo de patriotismo, porque colocava sempre Angola e os angolanos em primeiro lugar.

“Decorridos 24 anos daquela fatídica data, o momento de crise social e económica permanente que o País vive, caracterizado pela fome, pobreza extrema, corrupção e impunidade, convoca-nos a mergulhar na génese do nacionalismo angolano para reflectirmos sobre o activo e o passivo de Angola como país independente para que a actual e as futuras gerações não repitam os erros do passado e presente, mas para permitir que a juventude actual pressione a classe política a concretizar de facto os acordos ou pactos políticos necessários para que, de forma sustentada, os angolanos todos se sintam livres e vivam em paz, união, estabilidade e em prosperidade, na sua própria terra”, sublinha o Galo Negro.

A nota do partido agora liderado por Adalberto Costa Júnior, termina destacando a figura do líder fundador do partido, como figura que nunca desistiu de lutar por aquilo em que acreditava e nunca se deixou corromper, tendo afirmado que por isso, constitui tanto uma referência incontornável de elevação ética para a juventude e para a classe política, como um símbolo de resistência à exclusão e uma fonte de inspiração para a construção de um futuro de paz, unidade e prosperidade para todos.

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