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UNITA diz que omissão das autarquias no OGE-2026 revela mais um adiamento das eleições – Correio da Kianda

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse esta terça-feira, 11, aquando do seu discurso de ano novo, que Angola continua em 2026 sem um horizonte para a materialização das autarquias locais.

O líder do Galo Negro disse que o OGE de 2026, continua a não prever a realização de eleições locais, que todos os angolanos esperam ver realizadas, como um dos maiores contributos para aproximar os governantes dos governados, com vista a melhorar a fiscalização dos cidadãos, para melhor combater a corrupção, e assegurar o provimento de uma multiplicidade de serviços ao cidadão, a fim de concretizar a democracia participativa, fundamental para afirmar Angola como um país verdadeiramente democrático.

“Num mundo que testemunha o surgimento de uma nova geoestratégia mundial, Angola posicionar-se-á muito melhor se for clarividente e pragmático, buscando o reforço da unidade e da coesão nacional. Para o político, desse modo dar-se-á um maior e melhor contributo na acção solidária em busca de Paz, de estabilidade, na resolução de conflitos, potenciando o papel do continente africano, perante o mundo”, sublinhou.

O presidente da UNITA defendeu ainda que Angola precisa de restaurar plenamente a confiança nas instituições públicas, e que para isso precisa garantir igualdade de oportunidades políticas, neutralidade do Estado, transparência na gestão da coisa pública e respeito escrupuloso pela Constituição e pela lei.

Para a UNITA, 2026 é um ano que deve ser marcado pela maturidade política, pelo reforço de confiança nas instituições, dando como exemplo a absoluta necessidade de reforçar a confiança nas instituições que participam directamente no processo eleitoral, e cito a Comissão Nacional Eleitoral e os Tribunais, em especial o Tribunal Constitucional que em Angola faz a vez do Tribunal eleitoral.

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