O administrador municipal do Cuchi, província do Cubango, Severino Sawanda, alertou que a vandalização de bens públicos constitui uma “guerra contra o progresso”, defendendo maior responsabilização dos cidadãos, sobretudo da juventude, na preservação do património do Estado.
Em declarações ao Correio da Kianda, o responsável considerou que a destruição de infra-estruturas públicas compromete directamente o desenvolvimento das comunidades, prejudicando serviços essenciais e atrasando o crescimento social e económico.
Severino Sawanda destacou que o combate ao vandalismo deve começar com a consciência cívica dos próprios cidadãos, apelando aos jovens para assumirem um papel activo na vigilância e protecção dos bens públicos. Segundo afirmou, é necessário que a juventude deixe de ser apenas espectadora e passe a actuar como agente de defesa do interesse colectivo.
O administrador defendeu ainda que, além da prevenção, é fundamental garantir a responsabilização dos infractores, sublinhando que os actos de vandalismo devem ser punidos de forma justa e rigorosa, por afectarem toda a sociedade.
No mesmo pronunciamento, reforçou a necessidade de união entre os angolanos, independentemente das diferenças políticas, considerando que a coesão social é determinante para assegurar a paz e criar bases sólidas para o desenvolvimento.
O responsável concluiu reiterando que o país só poderá alcançar níveis sustentáveis de progresso com o envolvimento activo dos cidadãos na defesa dos bens públicos e na promoção de uma cultura de responsabilidade colectiva.
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